personagens de animadores brasileiros
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Wesley Rodrigues

 
   Wesley é quadrinista, ilustrador e animador.

   Foi diretor de animação do premiado filme O Ogro (2011)

   Wesley dirigiu o curta Faroeste - Um autêntico western, lançado em 2012.

                               

Ele foi professor dos módulos básico e avançado da Escola Goiana de Desenho Animado
   

   Wesley desenhou a HQ Luiz Gonzaga – Asa Branca – O Menino Cantador, uma iniciativa inédita, que pretende aproximar a vida e obra de Luiz Gonzaga do público jovem, apresentando um pouco da história e da cultura do Nordeste por meio da vida do músico, que, entre suas aventuras e errâncias, inclui a descoberta do xote, do baião e do forró, a saga dos retirantes nordestinos, o sonho de vencer na cidade grande como cantor e a conquista do tão almejado sucesso. O roteiro da graphic novel é do jornalista e historiador vencedor do Prêmio Abril de Jornalismo 2011, Maurício Barros de Castro.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Fernando Miller


Trailler do filme Furico e Fiofó (2001)

           
 

           

Estufa!

          

                            

   Calango Lengo, nordestino, tem que cumprir seu destino, sem ter o que pôr no prato. Na seca não há outra sorte: viver fugindo da morte, como foge o rato do gato.

Ficha Técnica:

Diretor - Fernando Miller
Edição - Alessandro Monnerat
Edição de som - Ana Luiza Pereira
Produção Executiva - Érica Valle
Finalização - Alessandro Monnerat
Dublagem - Chica Xavier
Mixagem - Luiz Adelmo
Música - Marcos Campello

Cenários - Luciano do Amaral

   Miller anima em vários filmes no Brasil, como no Por Baixo da Lona, de Marcelo Marinez

                           

sábado, 27 de agosto de 2011

Thomas Larson



   No filme Essa Animação não tem Nome, um Animador leva projeto de animação para produtor de TV regional do interior de SP.Frustrado com a primeira experiência, participa da primeira reunião da Sociedade dos Cineastas Anônimos do Interior.







   Animação sobre os depoimentos de crianças que vivem em situação de rua.






   Thomas produziu o curta em stop motion Laurinha, um animação infantil sobre a amizade de uma menina e um pedaço de massa de modelar.


   Em Engolherbilha, filme coletivo capitaneado por Marcelo Marão, Thomas fez um stop-motion de embrulhar o estômago.




   Thomas animou algumas vinhetas de divulgação do Dia Internacional da Animação, como a de 2010.

   O filme do glorioso Atail Menezes. Mais informções, visitem o blog: http://raisossaith.blogspot.com

 

Clewerson Saremba



Em 2005 foi lançado o filme Xuxinha e Guto Contra os Monstros do Espaço de Clewerson Saremba e Moacyr Góes.





Silvino Fernandes











Rodrigo Eba


Cadê a mamãe?
Aroldo é um trintão que apenas quer tomar tranquilamente o leite preparado pela sua mãe. Mas sua vida está pra mudar. Um estranho acidente lhe dá superpoderes, enquanto sua querida mãe desaparece completamente.
1º desenho animado dos diretores Fabio Mazaia e Rodrigo EBA!
Ano: 2004



Discípulos de Rushu, conta a saga de um mestre oriental tenta passar seus conhecimentos em artes marciais a seus pequenos alunos. 2º desenho animado dos diretores Fabio Mazaia e Rodrigo EBA!






Ano: 2005




Perdido no meio do nada, é o 3º desenho animado de Fabio Mazaia e Rodrigo EBA!  feito no ano de 2006. O roteiro conta a estória de um espião estrangeiro que cai em uma autêntica floresta brasileira. Será que o Brasil é como ele imaginava?


www.roquenrou.com.br/filmes





Velho Bola Murcha, fala de um velho colecionador de bolas furadas resolve fazer amizade com duas crianças do bairro. Filme de 2007.


Brasil, 2007

Making of da animação Cachoeira, de Rodrigo EBA! e música de Arthur Tofani.









O filme foi feito em Stop motion com gotas de água. Ganhou o segundo lugar do concurso Água em Movimento, do Anima Mundi 2011 e Banco do Brasil. 


Making of da Animação feita por Rodrigo EBA!, com música e sonoplastia de Arthur Tofani.





Animação com Grafitti.




Rosária Moreira


Primeiro filme de Rosária: Tem um Dragão no meu Baí


Rosária fala de como foi o processo de criação da Menina da Chuva, personagem de seu filme.

                              


Menina da Chuva



Rosária tem um blog: meninarosaria.blogspot.com

Henrique Kopke


   Demo reel exibindo portfolio de animação de Henrique Kpke. Diversidade nos traços e tratamentos. Em sua maioria elaborados com Flash


Kopke fez Fractômicos, uma vinheta desenvolvida para o Grupo Musical PianoOrquestra.


   Crianças, ganhou premio de Melhor Vídeo do ano de 2008 mo Festival Permanente do Minuto em 2009. e Premio de Melhor Vídeo Humor no Festival Permanente do Minuto 2008.


   Em Grãos do mesmo saco, Kopke anima feijões. Sinopse do filme: Que direitos temos perante o preconceito? Defender uma causa até o fim, pode nos levar onde queremos chegar?



   Em Escultura, Kopke usa as textruras numa animação de recorte digital.



   Em Akvo, Kopke se inspirou na realidade de algumas tribos africanas, onde a escassez da àgua faz crianças beberem a pouca , em canudos improvisados. O filme foi feito para o concurso Àgua em Movimento, promovido pelo anima Mundi e CCBB.


   Em DIngbats ele anima as placas e logos, num ritmo cadenciado da música.




   Um belo dia, enquanto ministrava uma oficina de Animação, Kpke escutou uma conversa de alunos e achou interessante transformar o acontecido numa animação: Falando Quadro à Quadro.



   Filme desevolvido pelos alunos do da oficina de animaçao Anima Mundi e Sesc em Castanhal no Pará, sob Orientação de Henrique Kopke e Paula Dager. 


Diogo Viegas



            


            

Diogo fala da importancia do Anima Mundi em sua formação.

                              

http://viegasestudio.blogspot.com.br/

Andres Lieban

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Marcelo Marão

Sempre inventivo, criativo, e explosivo, com suas criações mal-criadas.


Cebolas são Azuis









Este e o primeiro filme de Marão, que o realizou como Projeto de conclusão de curso na 
Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Marão levou dois anos e meio escrevendo, pintando os cenários, animando e finalizando 
os sete mil acetatos que compõem os doze minutos do curta.
Apenas a etapa de filetagem e pintura dos acetatos consumiu um ano inteiro, gastando um 
total de quarenta quilos de acetato e vinte litros de tinta.
As oitenta cores para a pintura dos personagens foram produzidas de modo caseiro, 
misturando tinta de parede e pigmento em potes de maionese e gatorade.


Muitos amigos da Universidade ajudaram a filetar e pintar o filme. Eles recebiam pizza
e passavam todo o final de semana pintando.

Guilherme Briggs dublou todos os personagens. Briggs é um dos mais importantes 
dubladores atuais, sendo o dono das vozes nacionais de Buzz Lightyear, Freakazoid, 
Han Solo, Tarzan, Babão, Jim Carrey e Samurai Jack, entre muitos outros.
A trilha sonora foi composta e executada por Pedro Pamplona, tendo sempre instrumentos 
de sopro como principais. Os personagens principais são identificados com temas musicais 
liderados pela flauta ou saxofone..
Lançado em 1996, CEBOLAS era uma das cinco únicas produções brasileiras em animação 
daquele ano.


   Os dois mil desenhos a lápis e pintados com lápis de cor que compõem os sete minutos do 

filme levaram dois anos para serem realizados.


Toda a animação foi feita em uma mesa de luz no pequeno apartamento que Marão alugava
enquanto morava em são Paulo, durante os finais de semana ou à noite, paralelamente ao
trabalho comercial nos estúdios.

Todas as informações sobre a vida dos camaleões são autênticas.
O camaleão tem globos oculares com rotação independente e é capaz de olhar para a frente 

e para trás ao mesmo tempo, processando de alguma maneira as informações espaciais em 
seu diminuto cérebro e calculando a velocidade da mosca, para capturá-la em pleno vôo, com 
sua língua bifurcada.
Quando um camaleão encontra uma fêmea, ele exibe seu chifre para atraí-la.
Todavia, se um rival possui um chifre maior, eles têm de lutar.
Contudo, não existe violência física entre os membros desta espécie: a batalha é cromática.
Eles inflam, giram e começam então a mudar compulsivamente de cor, até que um dos dois 

obtenha a vitória moral sobre o outro, que aceita a derrota e vai embora, sem que haja 
nenhum tipo de agressão física.


Como todo o traço do filme é a lápis, sem interferência do computador, cada cenário tinha 
de ser redesenhado a cada frame diferente.
O bebê foi dublado pelo próprio diretor.
A moça que tem sua saia arrancada foi inspirada em uma cientista social.
Originalmente, o filme seria protagonizado apenas pelo bebê. O camaleão fazia parte de 

um projeto de história em quadrinhos e só foi integrado ao filme meses depois de iniciada 
a produção.
Muitas cenas foram, a partir daí, improvisadas, sem a história completa.

A trilha sonora tem músicas originais da compositora e cantora Luama e o violino de 

Daniel Marão, então com 15 anos e hoje estudante na Escola de Música da Bulgária, que 
interpretou Bartók e Leo Delibes.
CHIFRE DE CAMALEÃO foi exibido em mais de dez países, tendo sido premiado em 
vários deles - como o Anima Mundi, onde foi eleito pelo público o Melhor Filme Brasileiro e 
Segundo Melhor Filme da competição internacional em 2000.
O diretor recebeu o apoio do MINC, através do programa de concessão de passagens aéreas
e pôde estar presente nos festivais da BBC, em Londres (onde era o único representante do
cinema brasileiro) e na Mostra Brasil Plural, na Alemanha








Marão recebe um Prêmio de Co-Produção da FUNARTE para um próximo trabalho.
Ele convida um grupo, que fará então um trabalho coletivo, chamado ENGOLERVILHA, composto por vinhetas bizarras ou escatológicas de 15 a 30 segundos.
Fábio Yamaji aceita participar e filma sua parte em Stop Motion na Trattoria.
Demian começa a cena do cachorro.
Os negativos são liberados e Marão os leva para sua geladeira.
Até agora, o filme é composto das animações prontas de Marão, Cláudio Roberto e Yamaji.
Carlos D anima uma seqüência tão assustadora e incompreensível que é eliminado do filme.
Demian já tem 30 segundos de sua cena e continua a inventar situações nojentas com o cão.
As filmagens são agendadas.
Fernando Miller é convidado a realizar uma vinheta, mas está trabalhando dia e noite para
poder pagar o aluguel e não consegue arranjar tempo.








Cláudio Roberto está cansado de esperar e considera transformar sua seqüência em um 
vídeo próprio.
Daniel, primo do diretor, volta da Bulgária por um mês e compõe três músicas originais no 

violino para as vinhetas de Marão.
Demian vem pro Rio para terminar sua cena, que já tem um minuto.
Daniel grava o violino e volta para a Bulgária.
Miller continua sem tempo.
Cláudio quer sua animação de volta para fazer dela um vídeo.
Yamaji acha que o filme nunca ficará pronto.
Carlos D inicia outra vinheta, pintando com lápis de cor.
A cena de Demian já tem um minuto e meio.
Marão convence Miller a não dormir pela próxima semana e começar sua vinheta.
No primeiro dia de filmagens a abertura, Chapeuzinho Vermelho, jogo de cartas e vacas 

submarinas são filmadas.
Marão e Carlos D viram duas noites pintando bosta.
Cena do Demian chega a dois minutos.
Uma animação de Mórtimer Só é encontrada no chão e é imediatamente integrada ao filme.
Demian recebe um ultimato e encerra a cena do cão, uma pilha de mais de seiscentos 

desenhos. 

    











Filmagem de girafas, do cachorro que lambe o saco e das cartelas que intercalam
as vinhetas. Na véspera do último dia de filmagens; a cena de Miller não está pronta.
Ele vira a noite desenhando. De manhã, Marão telefona, mas ainda não está pronto.
Marcam ao meio-dia. Ao passar lá para buscar os desenhos, ainda não está pronto.
Miller resolve desistir, com receio de não conseguir concluir a tempo e estragar o filme.
Pedido negado. Miller e Marão seguem para FUNARTE. Enquanto Marão filma o que 

está pronto, Miller continua a desenhar compulsivamente na sala ao lado.Faltando 
cinco minutos para o fechamento do prédio da FUNARTE, ainda faltam cinco desenhos.
Marão fotografa os quatro últimos. Faltando um minuto, Miller entra correndo na sala 
da truca, com o último desenho da galinha, no mesmo instante em que o penúltimo 
acaba de ser fotografado. A animação está pronta!


                                 










Adaptado de uma história em quadrinhos que fiz durante a faculdade,
este curta começou a ser desenvolvido em 2000.
Interrompido inúmeras vezes por conta de trabalhos comerciais e
abandonado para a realização de ENGOLERVILHA, após cinco anos apenas as 

primeiras cenas haviam sido animadas.
Na verdade, não há um roteiro decupado previamente; são simplesmente cenas de 
luta, improvisadas pelo animador para sua própria diversão.
O filme é uma simulação de um “work in progress”.
Como um paralelo à situação entre os dois guerreiros, únicos personagens do filme, 

cada cena tem um grau de finalização distinto.
Algumas cenas são animadas e intervaladas, outras são arte-finalizadas
e têm sombras, outras têm apenas as posições-chave, outras estão
finalizadas e pintadas com o cenário, outras são apenas o story board
filmado.




Por um lado, esta proposta é uma metáfora, um simbolismo análogo ao não 
desenvolvimento da razão da peleja entre os dois inimigos.
Por outro lado, é uma desculpa para o animador desenhar apenas o que
achar mais divertido.
Quando considera muito trabalhoso intervalar por conta do excesso de
detalhes, o animador simplesmente fotografa as posições principais doze
vezes e não faz os desenhos intermediários.
Quando considera a sombra um elemento dramático relevante, ele pinta um 

cenário para compor a seqüência e anima sombras projetadas.
Quando tem preguiça, deixa tudo preto-e-branco, sem cenário nenhum.

Partindo do mesmo conceito, há apenas dois personagens.
Sem vestimentas detalhadas e com apenas três dedos em cada mão, para agilizar 

o processo.
Afinal, nunca me pareceu muito sensato animar cinco dedos em cada mão de um 

personagem desenhado.




Utilizar quatro não faz diferença nenhuma ao público.
Certa vez tive de me submeter à insanidade do design de um personagem imposto 

para um comercial para TV, que tinha SEIS dedos.
Em cada frame, eu tinha de animar doze dedos!
Doze!
Em cada frame!
Preferi ficar com três.
É o suficiente.
Eles conseguem empunhar suas espadas.






Um tem somente pupilas e o outro apenas os globos oculares.
A dificuldade maior era fazer parecer que estavam olhando para o lado
sem virar suas cabeças.
  









Em 2004, este projeto foi premiado no Concurso de curtas do MINC.
Pela primeira vez, fiz um filme com apoio financeiro.
Apesar das cenas simplificadas, há muitas outras em full animation, com efetivamente 

24 desenhos por segundo, fotografados apenas uma vez cada.
As músicas são da Luama, que havia cedido composições suas para CHIFRE DE 
CAMALEÃO e de Daniel Marão, hoje estudando na Alemanha e que havia tocado 
violino no CAMALEÃO aos quinze anos e em ENGOLERVILHA aos dezoito, onde 
compôs temas originais seus pela primeira vez, para várias seqüências.
Este é o meu primeiro filme com diálogos, que são interpretados pelo Guilherme Briggs

 e por mim. 
Briggs se tornou o mais importante, melhor e mais assíduo dublador brasileiro, 
trabalhando em filmes, séries, desenhos, internet, ininterruptamente.


Eu, não.
Silvana é minha assistente de produção, como foi nos outros filmes.
Na realidade, a equipe é praticamente a mesma dos outros curtas.
A diferença é que desta vez eu pude pagá-los.
Algumas cenas foram finalizadas digitalmente, pintadas, compostas e renderizadas 

no computador pelo Alessandro Monnerat, para posterior kinescopia.
Outras foram filmadas na truca, no sistema arcaico.

Não sei se vai dar certo.





















quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Mariana Caltabiano








   Mariana Caltabiano é uma escritora brasileira.  Começou sua carreira como publicitária em 1991, tendo recebido diversos prêmios publicitários. 


   Em 1998, escreveu um livro infantil chamado Jujubalândia. O livro acabou se tornando um programa infantil intitulado Zuzubalândia, lançando um CD, brinquedos e peças teatrais. O elenco do programa era composto por uma abelha pop-star Zuzu, um Brigadeiro goleiro, o leãopublicitário Juju, o Rei Apetite, os pombinhos Suspiro e Pipoca, e a vilã bruxa Anoréxica.


    Na Rede Globo criou e escreveu os infantis A Turma da GarrafinhaFlora Encantada para Angel Mix, e Bigode & Bicudo para a TV Globinho.


   Escreveu os livros infantis A Arca de NinguémTampinha Tira os Óculos e O mistério da casa Hope. 


Mariana lançou um livro adulto, VIPS Histórias Reais de um Mentiroso, que virou filme também produzido por Mariana.


   Mariana agora tem o desenho 'Gui & Estopa', tendo como personagens os cachorros do site do Iguinho. A própria Mariana faz a voz de Gui. O programa é apresentado no Cartoon Network.


   No dia 21 de janeiro de 2011 estreiou seu primeiro filme brasileiro em 3D, chamado: "Brasil Animado", Mariana pasou a ser então, a primeira mulher a dirigir um loga de animação no Brasil.



http://iguinho.ig.com.br/marianacaltabiano/