personagens de animadores brasileiros
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sábado, 27 de agosto de 2011

Rodrigo Eba


Cadê a mamãe?
Aroldo é um trintão que apenas quer tomar tranquilamente o leite preparado pela sua mãe. Mas sua vida está pra mudar. Um estranho acidente lhe dá superpoderes, enquanto sua querida mãe desaparece completamente.
1º desenho animado dos diretores Fabio Mazaia e Rodrigo EBA!
Ano: 2004



Discípulos de Rushu, conta a saga de um mestre oriental tenta passar seus conhecimentos em artes marciais a seus pequenos alunos. 2º desenho animado dos diretores Fabio Mazaia e Rodrigo EBA!






Ano: 2005




Perdido no meio do nada, é o 3º desenho animado de Fabio Mazaia e Rodrigo EBA!  feito no ano de 2006. O roteiro conta a estória de um espião estrangeiro que cai em uma autêntica floresta brasileira. Será que o Brasil é como ele imaginava?


www.roquenrou.com.br/filmes





Velho Bola Murcha, fala de um velho colecionador de bolas furadas resolve fazer amizade com duas crianças do bairro. Filme de 2007.


Brasil, 2007

Making of da animação Cachoeira, de Rodrigo EBA! e música de Arthur Tofani.









O filme foi feito em Stop motion com gotas de água. Ganhou o segundo lugar do concurso Água em Movimento, do Anima Mundi 2011 e Banco do Brasil. 


Making of da Animação feita por Rodrigo EBA!, com música e sonoplastia de Arthur Tofani.





Animação com Grafitti.




Henrique Kopke


   Demo reel exibindo portfolio de animação de Henrique Kpke. Diversidade nos traços e tratamentos. Em sua maioria elaborados com Flash


Kopke fez Fractômicos, uma vinheta desenvolvida para o Grupo Musical PianoOrquestra.


   Crianças, ganhou premio de Melhor Vídeo do ano de 2008 mo Festival Permanente do Minuto em 2009. e Premio de Melhor Vídeo Humor no Festival Permanente do Minuto 2008.


   Em Grãos do mesmo saco, Kopke anima feijões. Sinopse do filme: Que direitos temos perante o preconceito? Defender uma causa até o fim, pode nos levar onde queremos chegar?



   Em Escultura, Kopke usa as textruras numa animação de recorte digital.



   Em Akvo, Kopke se inspirou na realidade de algumas tribos africanas, onde a escassez da àgua faz crianças beberem a pouca , em canudos improvisados. O filme foi feito para o concurso Àgua em Movimento, promovido pelo anima Mundi e CCBB.


   Em DIngbats ele anima as placas e logos, num ritmo cadenciado da música.




   Um belo dia, enquanto ministrava uma oficina de Animação, Kpke escutou uma conversa de alunos e achou interessante transformar o acontecido numa animação: Falando Quadro à Quadro.



   Filme desevolvido pelos alunos do da oficina de animaçao Anima Mundi e Sesc em Castanhal no Pará, sob Orientação de Henrique Kopke e Paula Dager. 


Érica Vale

Primeiro MovimentoDir. Érica Vale
Técnica de Animação: Objetos e 2D
6’ – Digital – 2006
São Carlos/ SP

Sinopse: Um delicado encontro amoroso encenado com um balé circense trilhado pela versão para rabeca e flauta do Concerto Duplo de Johann Sebastian Bach, por Toninho Ferragutti e António  Nóbrega.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Paulo Munhoz

   Paulo Munhoz é de Curitiba, nasceu em 28 de setembro de 1962, é um cineasta brasileiro. É formado em Engenharia Mecânica, pós-graduado em Computação Gráfica, mestrado em Tecnologia e Interação, com pesquisa relacionada à linguagem audiovisual e os recursos digitais. Também atua no desenvolvimento de softwares multimídia voltados à educação e à cultura.

   Paulo começou a se dedicar ao cinema em 1985. Paulo fez uma série de desenho animado, sobre os mitos brasileiros, chamada Mitorama.


   
   Paulo Produziu uma série para tv chamada Natureza da Cultura, e criou uma turma de bichos brasileiros para contar os 12 episódios. 



   Paulo Munhoz lançou seu primiro longa animado: Os Brichos em 2004




    Em 2005, Paulo lançou seu curta-metragem de animação Pax, que lhe rendeu dois troféus no Anima Mundi e em 2006, e foi selecionado para o 14º Festival de Cinema de San Diego.


   
    Em 2007 Paulo apresentou seu segundo longa, Belowars.



terça-feira, 23 de agosto de 2011

Cao Hamburger

   Cao Hamburger, talvez seja o primeiro animador a obter sucesso cm filmes feitos em Stop-motion (animação com bonecos). Ele animou os já clássicos:

Frankstein Punk (1986) e

A garota das telas (1988)

sábado, 20 de agosto de 2011

Marcos Magalhães








  Marcos Magalhães foi um dos que iniciaram carreira na década de setenta, com produções como A Semente (1975) e Mão Mãe (1979) então com 19 anos.

Mão-Mãe


   Em 1976 ele animou Meow!, curta-metragem que traz um gato esfomeado, que, sem leite, é convencido pela propaganda e pela pressão, a beber um refrigerante, a "Soda-Cólica", uma bem humorada crítica à globalização. “Meow!” mostra uma grande cidade invadida por anúncios e pelo som do Plim Plim!, com simplicidade e uma lição de moral bem articulada.      
   Foi refilmado em 35mm e, em 1981, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes (prêmio especial do júri) em 1982 (o último filme brasileiro a participar da competição de curtas-metragens no Festival). 
      


   O filme abre muitas portas, e Magalhães ganha uma bolsa de estudos patrocinada pela Embrafilme e pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior), indo estudar no National Film Board do Canadá, onde tem contato com Norman Mclaren.
   Durante sua estada no NFB, Marcos realiza Animando (1983),  numa união das diversas técnicas de animação – pixilation, animação tradicional, stop motion, recortes, tinta sobre vidro, areia, massinha, animação direta na película – numa exibição de controle do personagem, do ritmo e do tempo e de domínio técnico.   A animação ganhou o Prêmio de Melhor Filme Didático no Festival de Espinho, Portugal.


   Em sua volta, após cinco meses no NFB, é responsável pelo Núcleo de Animação do acordo Brasil-Canadá (1985-87), o primeiro centro de formação profissional em animação no Brasil, que promove o primeiro curso de animação, com a participação dos canadenses Jean Thomas Bédard e Pierre Veilleux. Magalhães cruza o país à procura de artistas interessados no curso. A seguir, o acordo instala três núcleos regionais de animação: o NACE, em Fortaleza, dentro da Universidade Federal do Ceará; o do Rio Grande do Sul, dentro do Instituto Estadual de Cinema; e o de Minas Gerais, integrado no Departamento de Fotografia e Cinema da Escola de Belas Artes, da Universidade Federal de Minas Gerais.

   Marcos criou seu alter ego: um Homenzinho comprido, cabelo vermelho e meio desengoçado. Ele utilizou o personagem num clip musical de sua banda OS Optimistas: Precipitação.

 Precipitação (1991) 


    Em 1986 coordenou o projeto "Planeta Terra", filme coletivo realizado por 30 animadores brasileiros para o Ano Internacional da Paz da ONU.

   Em 1988 Marcos animou o filme Tem Boi no trilho, que conta a estória de um bezerro abandona a boiada, atraído pelo trem que passa pelo sertão em seca. O que parecia um trágico desastre, porém, cede lugar a um final inesperado.
   
   Em 1993, com Léa Zagury, Aida Coelho e Cesar Coelho, cria o Festival Internacional de Animação Anima Mundi, que torna possível trazer ao país o que há de mais interessante na produção internacional. 

   Em 1996 coordena o filme Estrela de Oito Pontas, animado por Fernando Diniz, morador do Hospital Psiquiátrico Pedro II há 50 anos. Por seis anos, Magalhães ajuda a realizar o filme que ganhou três prêmios no Festival de Gramado e o prêmio de melhor animação no Festival de Havana.


     Entre 1990 e 1995 acompanhou o processo criativo de Fernando Diniz, artista diagnosticado esquizofrênico e um dos expoentes do Museu de Imagens do Inconsciente. O resultado foi o filme “Estrela de Oito Pontas”, animado por Fernando Diniz, com coordenação de Marcos e produção de Cláudia Bolshaw, com o apoio da Bolsa Vitae de Artes. O filme ganhou de três prêmios “Kikito” no Festival de Gramado de 1996 e Melhor Animação no Festival de Havana, em 1996.

   Como artista-visitante na University of Southern California em Los Angeles, Magalhães faz, em 2002, Two-Dois”, animação que une o desenho sobre película ao 3D. 


   Marcos animou o filme “Pai Francisco Entrou na Roda (1997)

     É o criador e animador do ratinho de massinha do programa de TV "Castelo Rá-Tim-Bum", com música de Hélio Ziskind.





     Em 1998/99 realizou, como artista-visitante na Divisão de Animação e Artes Digitais da University of Southern California em Los Angeles, o filme Dois, que combina animação direta na película com computação gráfica 3D.

    
    Em 98 Marcos faz o filme Pai João entrou na roda

     Em 2002 Marcos foi bolsista da John Simon Guggenheim Foundation, com o projeto “Dar Alma”, sobre a realização de filmes de animação por não-profissionais.
     É professor de Cinema de Animação no curso de graduação em Design desde 2002 e coordenador do curso de pós-graduação em Animação desde 2004, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Em 2007 conclui o curta Homem Estátua, com a técnica inédita de animação de desenhos de modelo vivo.
     Desde 1993, Marcos é um dos fundadores e diretores de Anima Mundi, Festival Internacional de Animação do Brasil, hoje um dos cinco principais eventos de animação no mundo.