personagens de animadores brasileiros
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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Marco Alemar

   Marco Alemar foi o responsável pela criação da série para TV Pixcodelix, comercializada na feira Mipcom de Cannes e vendida para o Cartoon Network Latin America. A série é composta de 65 episódios de 5 minutos e totalmente produzida em 3D.
   É criador da série para Tv Big Hat Boy,inicialmente publicada no formato de livro pela Conrad Editora.
   É o Criador, Animador e Produtor das séries DVD da empresa Vídeo Brinquedo "Gladiformers", "Gladiformers II", "BR Futebol" e "Pinóquio".
   Como Diretor de Arte Publicitária, Marco Alemar também produziu Games para celulares.

Marco Alemar fala de suas animações no programa Animania

                           

Trechos do longa Br Futebol

           

Jorge amado - comercial para tv

           

           

           

Fausto Júnior


   Fausto vive em Salvador e é associado a ABCV - Associação Baiana de Cinema e Vídeo/ ABD-Ba.
   É representante da Regional Bahia da ABCA - Associação Brasileira de Cinema de Animação.
   Desde 2004 realiza animações autorais com participação e premiação em diversos festivais nacionais e internacionais, como o Anima Mundo Web Celular, Mostra de Cinema de Tiradentes-MG, Festival Guarnicê - MA, Jornada de Cinema da Bahia, Cine-PE, CinePort, Mostra Up to 3’-Toronto/ Canadá, Festival de Animación de Uruguay, FestCine Amazônia, Festival 5 Minutos - BA, Videofestival de São Carlos-SP, entre outros.

                              

            

                  
 
                

            

Homem Doim

           

Caó Cruz

   Caó Cruz Alves é cartunista, animador e músico. Nasceu e mora em Salvador. 
   Iniciou profissionalmente como cartunista nos anos 70. Seus desenhos têm participado de exposições e festivais pelo Brasil e exterior.
   Formou-se através de oficinas de cinema e animação no Brasil – História do Cinema Brasileiro, Iniciação ao Desenho Animado, Estrutura do Boneco Animado, Seminário Nacional de Computação Gráfica, Oficina de Roteiro, Metodologia da Produção Audiovisual, Stop Motion, Direção de Arte no Cinema – com professores tais como: Mike Belzer Walter Sales, Sergio Tastaldi, Chico Liberato, Quiá Rodrigues e Vera Hamburguer. 
   Durante oito anos morou em Paris onde aprimorou seus conhecimentos no campo da animação e quadrinhos na escola vinculada ao National Board of Canadá.
   Como cartunista seus trabalhos tem sido publicados em livros, jornais, revistas de circulação regional, nacional e internacional tais como: Folha de São Paulo, Jornal À Tarde, Revista Planeta, Mad, La Nouvelle Chair, Men Club, L’imbecille Heureux, Yomiuri Shinbun e em exposições individuais e coletivas.
   Começou a carreira de animação com o filme "Coisinha", que venceu o prêmio do Juri Popular no Festival 5 minutos em 97, no ano seguinte venceu o I prêmio do Festival com a animação "Ouviram Alonzanfan" e ainda produziu "Vote Roberfino" e "Dançando na Europa". Têm obtido vários prêmios com seus filmes de animação em diversos festivais no Brasil e no exterior.

   Filmografia de Caó:
COISINHA – 1997
OUVIRAM ALONZANFAN - 1998
VOTE ROBERFINO - 1999
O BEIJO – 2000/2004
DANÇANDO NA EUROPA – 2000
A MULHER BARBADA E O LEÃO – 2000
O CASÓRIO DA MULHER BARBADA – 2000
MAREAR – 2000
CATÁLOGO DE MENINAS – 2002
COMILANÇA ANIMAL – 2003
O VIOLINISTA DE DANÚBIO - 2004
TUDO SOBRE MINHA MÃO – 2004
EL TORO DE GUERNICA 2005
OS SÓSIAS - 2005
BAHIANIMADA – 2006
SAMBA CHUTEIRA CABEÇADA - 2006
O MAPINGUARI – 2007
CONQUISTANIMADA - 2007
DESíGNIO DE IRONIA – 2007
A PONTE - 2007
O TICO-TICO – 2008
ANIMARRAIAL - 2008
UM MENINO UMA FLOR – 2008
IMAGINE IN BAHIA – 2009
GATOS E SAPATOS - 2009
CALDEIRÃO DA BRUXA – 2009
A RAINHA E A ARRAIA DA GAMBOA - 2010
A NOVA FONTE BAHIANA – 2010
AGORA É TUDO PRO LUÍS - 2010

                            


domingo, 21 de agosto de 2011

Chico Liberato

   Francisco Liberato de Mattos, conhecido como Chico Liberato nasceu em Salvador, em 1936 e é artista plástico e cineasta brasileiro.
   Expôs pela primeira vez em 1963, na Galeria Goeldi, no Rio de Janeiro. Teve destacada participação no movimento cultural que envolveu vários artistas na década de 1960 em Salvador. 
   Participou de diversas exposições coletivas, como a I Bienal de Artes Plásticas da Bahia em 1966, e Bahia Década 70 – no Instituto Goethe. Realizou também diversas mostras individuais, no Brasil e no exterior.

   Pioneiro do cinema de animação na Bahia, em 1970 Chico Liberato abre suas experiências plásticas para a animação a partir de roteiros de Alba Liberato abordando temas da cultura popular brasileira formada pelas matrizes indígena, africana e ibérica, em nove curta metragens de desenho animado. 
   Entre os temas principais dos trabalhos de Chico Liberato estão o sertão e o sertanejo, a arte popular e as figuras místicas presentes no candomblé. 
   Chico fez uma produção praticamente isolada, com filmes como o Caipora (1974), Eram-se opostos (1977), e Carnaval (1986), baseados numa estética próxima da xilogravura dos folhetins de cordel. 


   Chico, produziu o terceiro filme de animação de longa metragem feito no Brasil, o "Boi Aruá"  de 1983, que documenta o cotidiano do Nordeste do Brasil, mais especificamente do sertão caatingueiro, através do mito do Boi Aruá.  
   O longa- metragem. feito entre 1981-1985, conquistou Menção Honrosa no Fest Rio daquele ano e prêmios no Festival da Juventude em Moscou e da Unesco (por estimular a juventude para a cultura sertaneja).    
    "Boi Aruá" amadurece a linguagem desenvolvida pela dupla de artistas, que reúne na década de 1980 uma pequena equipe de pessoas interessadas em aprender animação e com ela cria o filme que se tornou uma referência na animação brasileira devido à força e pioneirismo no audiovisual como representante do imaginário sertanejo.


  Como documento do cotidiano no Nordeste do Brasil, mais especificamente o sertão catingueiro, o mito do "Boi Aruá" é fiel à gente que ainda hoje coloca na solidariedade seu mais forte recurso para enfrentar a dureza de uma região pobre sujeita a secas periódicas, quando o único jeito se torna migrar para os grandes centros urbanos, abdicando de sua imensa riqueza cultural. 


   
   Realizado na técnica manual na década de 1980 é um longa metragem que coloca em 7 desafios o confronto do fazendeiro Tiburcio, homem orgulhoso e cruel, diante do boi encantado que representa seu ego inflado, história que circula nas feiras populares em livrinhos que expressam simbologia de intensa poesia, a chamada literatura de cordel. Tem nos vaqueiros de Monte Santo, Bahia, as vozes dos personagens e como trilha sonora a sinfonia "Sertania" executada pela Orquestra Sinfônica da Bahia, criada para o filme pelo compositor Ernst Widmer incluindo a "Canção do Boi Encantado" de Elomar Figueira de Mello. 
    "Boi Aruá" tem 60 minutos de duração, compõe o transcurso de um homem que abdica do orgulho pelas respostas que a vida lhe traz, compartilhando finalmente os bens que farão dele próprio e de seus contemporâneos, pessoas mais amorosas e fraternas. "Eu por primeiro, meus amigos por derradeiro" se transforma no lema "Meus amigos por primeiro, eu por derradeiro" significado maior de uma vida que cumpriu seu processo de individuação, tornando o indivíduo senhor de si mesmo.







    Chico, contou a estória de dois irmãos diferentes, em seu filme curta: Um Outro.




   Seu novo projeto é mais um filme de animação, Ritos de Passagem. A história é baseada em dois personagens que habitam o imaginário do sertão nordestino: o Santo e o Guerreiro. Após a morte, Alexandrino e o Santo (protagonistas do filme) embarcam na barca de Caronte, o barqueiro do Rio da Morte, o que provoca nos personagens reflexões sobre os atos e escolhas de cada um. 




   Ritos de Passagem prevê a contratação direta de 98 profissionais, entre técnicos, artistas e equipe de apoio, além de representar uma rara oportunidade para jovens profissionais. O projeto ainda conta com artistas importantes como XangaiJackson CostaMargareth Menezes, Ingra Liberato e o autor da música tema, Elomar Figueira Mello, que já havia trabalhado com Liberato em Boi Aruá.