personagens de animadores brasileiros
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Wesley Rodrigues

 
   Wesley é quadrinista, ilustrador e animador.

   Foi diretor de animação do premiado filme O Ogro (2011)

   Wesley dirigiu o curta Faroeste - Um autêntico western, lançado em 2012.

                               

Ele foi professor dos módulos básico e avançado da Escola Goiana de Desenho Animado
   

   Wesley desenhou a HQ Luiz Gonzaga – Asa Branca – O Menino Cantador, uma iniciativa inédita, que pretende aproximar a vida e obra de Luiz Gonzaga do público jovem, apresentando um pouco da história e da cultura do Nordeste por meio da vida do músico, que, entre suas aventuras e errâncias, inclui a descoberta do xote, do baião e do forró, a saga dos retirantes nordestinos, o sonho de vencer na cidade grande como cantor e a conquista do tão almejado sucesso. O roteiro da graphic novel é do jornalista e historiador vencedor do Prêmio Abril de Jornalismo 2011, Maurício Barros de Castro.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Walter Hiroqui Ono

Tump (1968) documentário
Ciranda: Jogo de Roda Brava (1967) documentário

Vida é Consumo de Walter Hiroqui Ono e Ênio Lamoglia Possebon (1969)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Willian Paiva

Em 2006 William recebeu um convite das Faculdades Integradas Barros Melo, de Olinda, para coordenar o estúdio de animação mantido pela instituição. Até aquele momento, ele estudara programação visual e ganhava a vida como professor de inglês, músico, diretor de arte em agência de publicidade e produtor de discos de bandas como Mombojó e Volver. Tão logo aceitou a oferta, passou a dividir seu tempo entre o estúdio de música e o da Barros Melo, onde acabou fazendo seu filme de estreia. Codirigido por Leonardo Domingues, O Jumento Santo narra a história de um protótipo de mundo criado por Deus, a cidade Noite Feliz. 
A produção de 11 minutos levou seis meses para ficar pronta e arrancou gargalhadas de cerca de 3 mil pessoas na abertura do Festival Audiovisual do Recife, o Cine PE, em abril de 2007. Faturou, de uma só vez, os prêmios de melhor vídeo, melhor roteiro, melhor direção e o da crítica. O rebuliço se deu também no Granimado 2008, o Festival de Animação de Gramado (RS), mais de um ano depois do Cine PE. "O filme venceu novos prêmios e ficou muito popular. Foi uma coisa bem doida", relembra William. "Algumas pessoas tinham O Jumento Santo no iPod, outras vinham falar comigo usando frases do curta, inclusive com o sotaque nordestino do narrador." 
O filme, bem-humorado, se inspira no imaginário e na iconografia da literatura de cordel — um universo até então pouco explorado pelos animadores brasileiros — e atraiu mais de 25 mil visitas no YouTube. 
                   

Sua segunda animação Voltage, de 2007 tem  pouco mais de quatro minutos, e foraam necessários 8 mil desenhos do artista plástico Felippe Lyra para mostrar seres metade humanos, metade sintetizadores, que se relacionam por meio de fios e constroem uma música. A trilha sonora do curta ficou por conta de William e Leonardo Domingues, que já haviam composto a música de O Jumento Santo.

Voltage

                    

Bande Dessinée - Tropiques (W Remix)

                    

Agora, o artista está dedicado ao seu terceiro trabalho, Roda Gigante, que tratará de infância e da relação entre pais e filhos.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Wilson Pinto

     Wilson foi um animador que se dedicou à produção publicitária.
   Em 1966 a empresa Petróleo Brasileiro S.A (Petrobrás) produziu Um Rei Fabuloso com direção de Wilson Pinto.
   Wilson criou o personagem Petrolino, um menino negro como petróleo. Ele fazia dupla Tonico, e eles estrelaram uma série de gibis distribuídos gratuitamente pela estatal.   Petrolino Foi o primeiro "Garoto Propaganda" da Petrobras na década de 60. Era ele que  mencionava a famosa frase: "O petróleo é nosso".




   Esse gibi foi distribuído nas Escolas. A Aventura tem como pano de fundo a Petrobrás e tem intenção educativa. Conta uma aventura dos dois protagonistas, com participação até do Pinochio e do Velho Gepeto.  
   Foi publicado em 1968, o o Desenhista dessa edição foi Wilson Pinto.

   Wilson Pinto tornou-se um ótimo desenhista animador, realizou um filme com o famoso personagem criado por Ziraldo chamado Jeremias, o Bom.


   Anos mais tarde, ele animou filmes com as gotinhas da Esso

                           






















Uma gota consagrada
Em 1950 os brasileiros conheceram na televisão o desenho animado que já fazia sucesso em vários países do mundo: “Esso Gubben”, personagem representado por uma gota de gasolina. O personagem foi criação do sueco Günnar Dalin, na verdade um aperfeiçoamento do personagem apelidado de Esso-Manden (um boneco gorducho, risonho, com a cabeça imitando uma gota, em perspectiva), desenhado durante a Segunda Guerra Mundial pelo dinamarquês Vilhelm Hansen, e utilizada na época para a ingrata função de desestimular a venda de gasolina, em virtude do racionamento que o mundo vivia em tempos de guerra. A empatia com o consumidor levou o personagem a correr o mundo, assimilando em cada país as suas próprias características: um par de esquis na Noruega, um suéter na Suíça ou um albornoz na Tunísia.
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   Quando o simpático personagem foi apresentado aos brasileiros, a sua silhueta estava mais para o “Esso Peet” (nome escolhido em concurso realizado pela Standard Oild junto à seus funcionários) que nos Estados Unidos tinha a função de ser o elo entre a empresa e os funcionários para ações de endomarketing. A agência brasileira da McCann, numa decisão inédita, até aquele momento, em todo o mundo, decidiu transformar o gotinha da ESSO no Casal Gasolino (sua companheira era uma gotinha charmosa), idéia do Diretor de Arte da agência Roland Tompakow. O casal estreou em anúncio da revista Essograma. Os franceses seriam os primeiros a adotar o casal, adicionando à versão feminina uma fitinha no cabelo. Os colombianos, mais afoitos ou talvez mais conservadores, transformavam o romance em matrimonio. As gotinhas simpáticas, além dos anúncios e animações para TV, viraram também peças promocionais: os bonecos e os chaveiros eram muitas vezes colecionados. O casal ajudou a empresa a conquistar a liderança da marca ESSO no mercado brasileiro.
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   Nesta época Wilson era sócio de um excelente desenhista-animador chamado Heucy Miranda. A dupla produziu uma série de ótimos comerciais durante anos. 


Wilson Pinto produziu e animou o primeiro curta-metragem colorido brasileiro. 

domingo, 21 de agosto de 2011

Walbercy Ribas


   Ribas Walbercy Camargo, artista autodidata, trabalha em animação há mais de trinta anos. A partir de sua produtora fundada em 1966, a start Desenhos Animados, ele criou  personagens que ficarão na história do cinema de animação, dos negócios e também na memória coletiva dos brasileiros. 
   Além disso desenvolveu criações para a indústria da publicidade, muitas vezes com idéias para peças psicodélicas, 
Com mais de 80 prêmios nacionais e internacionais acumulados, Ribas trabalha para EUA, Inglaterra, México, Portugal e Caribe UNICEF, entre outros.
   Walbercy Ribas, realizou seu primeiro filme de animação em preto e branco, aos 17 anos de idade (1959). Antevendo o crescimento do mercado publicitário, fundou em 1966 a Start Desenhos animados Ltda, onde cria e produz seus filmes até hoje. 
   Ele dirigiu mais de 2000 comerciais animados e vários filmes educacionais para o Brasil e exterior. Trabalhou nos EUA, Inglaterra, México, Portugal e Unicef Caribbean. Mas nunca abandonou suas raízes brasileiras 
   Walbercy adaptou o seu conteúdo e técnicas ao longo dos anos e colocado entre os mais proeminentes quando se considera o uso de meios digitais..

   Os comerciais psicodélicos da Sharp foram um dos mais importantes na história de Walbercy e mais significativos para a animação nacional


  

                                             







    Os telespectadores brasileiros desfrutam de uma longa convivência com os personagens e as idéias encantadoras de Walbercy Ribas Camargo. Algumas de suas criações como a baratinha da campanha do inseticida Rodox ou os gatos das pilhas Everedy, fazem parte da memória coletiva do país.
    O comercial que ele fez para a Rodox, animou uma Barata e foi premiado no Festival de Veneza (Leão de Veneza) em 1972. E sua suja barata, foi o primeiro personagem  brasileiro premiado no exterior.





                                            


                                             

   Seu primeiro longa, "O Grilo Feliz", de 2001, é destinado a crianças.
   Apesar do reconhecimento expresso em uma grande lista de prêmios nacionais e internacionais, assim como, pelo conjunto da obra, Ribas considerou o lançamento do longa-metragem O grilo feliz como a grande realização de sua carreira. 
   Feita durante cerca de 15 anos de maneira independente e intermitente, essa fábula cativante exalta valores como liberdade, amizade, solidariedade e respeito pelo meio-ambiente. o primeiro de uma serie de comerciais criadas pela Start Anima para a Sharp, que revolucionaram o desenho publicitario. A ideia principal foi utilizar os sons da natureza e associa-los a qualidade do som dos produtos Sharp. 



  Walbercy continua pensando em sua origem brasileira e está produzindo seu segundo longa animado. 
   
   Mais informções: www.startanima.cobr