personagens de animadores brasileiros
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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Joseph Specker Nys

       
                    DSC00177 copy    

   Joseph é formado como designer gráfico, mas apaixonado por cinema de animação. Tem rabalhado em alguns projetos em stop motion animação curta-metragem:

Almofada de Penas (8 minutos)  - 2013
https://www.facebook.com/AlmofadadePenas
   Curta baseado na obra do escritor Horacio Quiroga: El Almohadón de Plumas; o filme é uma animação voltada ao publico adulto. 
   A narrativa representa o conflito universal intrínseco às relações amorosas, mais especificamente àquelas que seguem o ideal das almas gêmeas que, por mais que insistam, nunca conseguem virar uma só: “Dois que nunca viram um”.

Teste de animação de personagens do filme

                    
   
   Jordão e Alicia protagonizam a estória. Recém-casados e com grandes expectativas sobre o que seria a vida a dois, os dois batem de frente com a realidade, que não corresponde às perspectivas construídas ao longo das suas vidas. Assim, vão surgindo pulsações do inconsciente em cada um deles, como resposta à desilusão.
   Este drama, carregado de suspense, segue a linha dos contos de Edgar Allan Poe (referencia direta de Quiroga), o que nos reserva uma estória submersa no mundo obscuro e retorcido da mente humana.

                   

   Este video mostra de forma sutil o processo de criação dos personagens do curta metragem em Stop Motion que Joseph está realizando.
   Captação de Video e Edição: Jose Manuel Sappino
   Direção e arte finali: Joseph Specker

                   

Qualsiani Giorno
   Animação realizada para a disciplina de Produção da Imagem e Movimento, da 6ª fase do curso de Design Gráfico da UDESC.
   O vídeo mostra a vida de um famoso personagem da história dos games de modo diferente...

                   



quarta-feira, 17 de abril de 2013

Joaquim 3 Rios



   Joaquim é animador, diretor de animação e produtor cinematográfico, expoente da produção áudio-visual brasileira dos anos 60 a 90.   
   Nascido em São Paulo, iniciou sua carreira em 1961, na Leo Pastro Produções, passando depois pela Linx, Documental, Magison, Prova e Blimp Filmes, trabalhando sempre como free-lancer, criando, animando e dirigindo filmes publicitários.
   A partir de 1969, criou, dirigiu e animou, as Vinhetas, Aberturas e Chamadas, que compunham o visual Gráfico da Rede Globo de Televisão.
   Criou, dirigiu e animou comerciais, filmes para a VILA SÉSAMO (Rede Globo).
   Em 1973, também realizou mais de uma hora de Desenhos Animados curtos, produzidos pela Blimp Film, voltados à educação infantil, para o programa Vila Sesamo.
   Em 1974 fundou a própria produtora com uma das melhores equipes de animação do Brasil e, até 1986, passou a produzir as Vinhetas da Rede Globo, que já obedeciam ao padrão atual.
   Fez também, Aberturas de Programas e Vinhetas para quase todas as Redes de Televisão Brasileiras, além de várias Sul Americanas.
   Um dos principais precursores do Motion Graphics no Brasil, quando não existiam os recursos digitais de hoje.
   Em cerca de 40 anos, realizou uma infinidade de filmes curtos, entre Comerciais, Institucionais, Educativos e de Entretenimento, sempre usando técnica cinematográfica.
Fez também os Títulos e Aberturas de inúmeros Documentários e Filmes de e Curta Longa metragem para o cinema e a televisão.
   Em 1991, animou os Bonecos do curta-metragem, ''Tomada 2'', de Julio e Adriana Munhoz, que concorreu ao Festival de Gramado.
   Desenvolveu várias técnicas de Trucagem, Efeitos Visuais e Animação Gráfica.
Preparou, treinou e revelou inúmeros profissionais, que hoje atuam com destaque, nas diversas áreas do Cinema de Animação, incluindo o Vídeo e a Computação Gráfica.
   Na década de 1990 passou a dedicar-se exclusivamente à formação e treinamento de mão de obra especializada em Animação e Efeitos Visuais Cinematográficos, através de Palestras, Cursos, Workshops e Oficinas de vários níveis, em Faculdades e Escolas.

   Joaquim 3 Rios fala sobre a carreira para o programa Animania

                               

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Jô Oliveira

   Em 1967 surgiu como grupo de atuação, o Centro de Estudos de Cinema de Animação no Rio de Janeiro (CECA), por alunos da Escola de Belas Artes, sendo dissolvido um ano depois. Logo, Rui e Jô Oliveira, reunidos com outros animadores, entre eles Pedro Ernesto Stilpen (o Stil), Carlos Alberto Pacheco e Antonio Moreno, criam o grupo Fotograma, inspirado na animação experimental de Zélio, No Caos Está Contido o Germe de Uma Nova Esperança. O grupo promoveu diversas mostras de animação internacional, lotando as sessões no Museu de Arte Moderna, e mantinha um programa dedicado ao gênero no Canal 9 do Rio de Janeiro. 
   Entre os filmes realizados pelo grupo está: 

A Pantera Negra, de Jô Oliveira, combinando desenho direto em película com animação tradicional
   Em 1976, a Editora Codecri, da turma do Pasquim, lançava um álbum especial com três histórias em quadrinhos de um certo desenhista pernambucano que acabara de retornar ao Brasil, depois de ter trabalhos publicados em importantes revistas do mundo. Era Jô Oliveira e o álbum era A Guerra do Reino Divino, história clássica que hoje em dia seria chamada de “graphic novel”. Na contra-capa da revista, Ziraldo escreveu o seguinte editorial, apresentando o artista gráfico aos leitores: “Conheci Jô de Oliveira em Lucca, na Itália, durante um congresso de história em quadrinho no ano de 1973. Estava lá 
aquela brasileirada toda: o Maurício de Sousa, o Márcio, Jayme Cortez, Álvaro Moya mais o Miguel Paiva e eu. De repente, pinta no grupo dois moreninhos muito tímidos e, como brasileiro no exterior – ai, meu Deus! – vira tudo irmãozinho, enturmaram logo. A certa altura, Márcio de Souza e eu falávamos sobre os dois, quando eu disse: “Aqueles dois paulistas do seu grupo…” e o Márcio discordou: “Espera aí. Eles não são nem paulistas nem do nosso grupo. São cariocas* e do grupo de vocês.” Aí ninguém entendeu mais nada.
    Fomos esclarecer a questão e descobrimos que eles – com aqueles casaco estranhíssimos, aqueles bigodões e barba, aquela fala mansa e tímida – tinham acabado de chegar de Budapeste, na Hungria, depois de viver cinco anos lá, sem sair, estudando artes plásticas.

   Naquela confusão de Lucca, estavam achando o “ocidente” um barato!
Consultado, achei que podiam – e deviam – voltar, que tínhamos aqui um mercado de trabalho em ascensão, que o começo ia ser meio duro, mas que a qualidade do trabalho deles ia acabar se impondo. Eles voltaram de Lucca para a Hungria e nós para o Brasil. Menos de dois anos depois, olha eu abrindo a revista Alter-Linus**, a mais importante publicação de história 
   O congresso é uma agitação latina típica, parece uma festa brasileira, aquela bagunça que resulta simpática, mil transas, os dois – Jô de Oliveira e Rui de Oliveira – estavam zonzos. Já eram, naquela altura, artistas gráficos da melhor qualidade – o trabalho que estão realizando hoje no Brasil prova isso – mas, em matéria de histórias em quadrinho, os dois boiavam. Os portfólios que traziam com seus trabalhos deixava o pessoal de Lucca com água na boca. Eles já tinham plano de retornar ao Brasil, faltava um ano para terminar o curso em Budapeste.


em quadrinhos da Europa, e dando de cara com dezesseis páginas do Jô, com capa dupla e tudo. Era A Guerra do Reino Divino não só publicada pelo Linus, como cantada em prosa e verso pelos “fumetólogos” italianos.
Jô e Rui – de Oliveira, sem serem irmãos – voltaram para o Brasil e já ocuparam seus lugares numa rapidez muito maior do que o melhor dos meus prognósticos.
Reunidas neste álbum estão as três primeiras histórias em quadrinhos do Jô. Elas já foram publicadas no Linus e na revista Crisis de Buenos Aires e apareceram aqui nas páginas de Versus e Balão. Mesmo não sendo inéditas, achamos da maior importância lançar este álbum, reunir esse trabalho de Jô numa só publicação, pois acreditamos que ele merece o interesse e a reflexão do leitor brasileiro: é um documento que o Pasquim, por sua Editora Codecri, apresenta com a maior satisfação.”

   A foto: em Lucca, durante o Congresso de 1973, da esquerda para a direita, Jô Oliveira, Jayme Cortez, Rui de Oliveira e Márcio de Souza.


  Jô Oliveira nasceu em Pernambuco, no município de Itamaracá, no dia 25 de março de 1944 e é graduado em Comunicação Social pela Escola Superior de Artes Industriais da Hungria.
Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse - CLIQUE PARA VER A PÁGINA MAIORA Guerra do Reino Divino - Clique para ver a página maior
Lampião, de Jô Oliveira - Clique para ampliar

Jorge Bastos

Inflaçãode Jorge Bastos (1966)
O filme explicava o que é a inflação e como, sob a aparente abastança, esconde-se o empobrecimento decorrente da crescente desvalorização da moeda.

Jeferson Hamaguchi



             

             

                             

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Josimário Façanha




                              

Anima em parceria com Diego Akel vinhetas usando Table-top, como essa para a edição 2012 da Mostra Múmia de BH.

             

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Júlia Manta


   Júlia Manta, fez seu primeiro filme em Fortaleza. A estória do filme fala de uma índia - velha cachimbeira - conta a seus netos a história de massacre e resistência de seus antepassados, dando continuidade à luta de seus mortos. Recriando e reinventando seus mitos para torna-los eternos.


terça-feira, 23 de agosto de 2011

José Rubens Siqueira

   José Rubens Siqueira, diretor de teatro ele se destacou com alguns filmes: 

PHM – Pequena história do mundo (1974) 
Uma panorâmica que narra a evolução de um macaco que se torna homem, atravessa os turbulentos anos 70 e resolve voltar a ser macaco. Este foi seu filme mais premiado do ?


Estrela Dalva (1975) 
Siqueira homenageia a cantora Dalva de Oliveira, cuja voz, aparece na tela traduzida em um gráfico sonoro, por um negativo de som ótico de cinema. 

José Mario Parrot


    Zeca e suas máquinas Simples (1970) (1971)

Balé de Lissajous
Um filme de animação no computador que representa a primeira experiência brasileira no gênero.

Ford 29 (3 minutos) mudo
   Foi dirigido por Paulo Amorim com argumento de José Mario Parrot Basto
Para falar de seu filme Paulo citou Mcluhan  e Quentin Flore "Hoje a criança está sintonizada em notícias adultas na televisão: infllação, desordens do dia, guerra, impostos...e fica desnorteada..."