Lúcia explicou o porquê de ir trabalhar no exterior: “Eu vim para cá porque queria fazer filmes, que é algo que me interessa muito mais que fazer comerciais, que é o que mais se faz no Brasil. Prefiro passar mais tempo num projeto do que correr com um filme publicitário”.
personagens de animadores brasileiros
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Lucia Modesto
Outra animadora brasileira que trabalha no exterior é a engenheira Lucia Modesto. Trabalhou na Dreamworks Animation como diretora técnica de personagem do filme Shrek sendo também uma das responsáveis pelos controles de animação corporal e facial dos personagens.
Lúcia explicou o porquê de ir trabalhar no exterior: “Eu vim para cá porque queria fazer filmes, que é algo que me interessa muito mais que fazer comerciais, que é o que mais se faz no Brasil. Prefiro passar mais tempo num projeto do que correr com um filme publicitário”.
Lúcia explicou o porquê de ir trabalhar no exterior: “Eu vim para cá porque queria fazer filmes, que é algo que me interessa muito mais que fazer comerciais, que é o que mais se faz no Brasil. Prefiro passar mais tempo num projeto do que correr com um filme publicitário”.
Carlos Saldanha, sucesso nos EUA
Apesar de obter mais sucesso no exterior, sobretudo nos Estados Unidos, Carlos Saldanha faz parte da história da animação brasileira.
Ainda estudante, fez o curta-metragem Time for Love (1994), que conta a história de amor entre um casal de bonecos de madeira de um relógio cuco, com o qual ganhou o prêmio na categoria voto popular no festival canadense Images du Future e o de melhor animação em computação gráfica no Festival Internacional de Animação por Computador de Genebra, na Suíça. Time For Love já havia chamado a atenção de Chris Wedge, instrutor do mestrado na NYSVA, que estava fazendo comerciais em sua nova produtora independente, a Blue Sky.
Em 1993, Carlos Saldanha foi convidado para trabalhar na Blue Sky.
Foi animador em Bunny (1998), e ganhador do Oscar de melhor curta-metragem de animação.
Em Joe's Apartment (1996) atuou como Supervisor de animação dos diálogos e da dança das baratas.
Em 2002 dirigiu ao lado de Chris Wedge, o longa A Era do Gelo que recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Filme de Animação, e ganhou o prêmio Adoro Cinema 2002 de Melhor Filme de Animação.
Após A Era do Gelo, quando a equipe estava parada, teve a idéia de fazer Gone Nutty (2003), que ganhou o primeiro lugar no Los Angeles Art Film Festival.
Saldanha dirigiu também A Era do Gelo 2 (2005)
Ainda estudante, fez o curta-metragem Time for Love (1994), que conta a história de amor entre um casal de bonecos de madeira de um relógio cuco, com o qual ganhou o prêmio na categoria voto popular no festival canadense Images du Future e o de melhor animação em computação gráfica no Festival Internacional de Animação por Computador de Genebra, na Suíça. Time For Love já havia chamado a atenção de Chris Wedge, instrutor do mestrado na NYSVA, que estava fazendo comerciais em sua nova produtora independente, a Blue Sky.
Foi animador em Bunny (1998), e ganhador do Oscar de melhor curta-metragem de animação.
Carlos dirigiu também Robots (2004)
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Clóvis Vieira
Clóvis Vieira dirigiu Cassiopéia (1996), o primeiro longa-metragem feito integralmente em computador por uma equipe de três diretores de animação e onze animadores, trabalhando em dezessete microcomputadores 486 DX2-66. A produção do filme demorou quatro anos. Começou em janeiro de 1992 e custou US$ 1,5 milhão de reais.
Existe divergências se Cassiopéia ou Toy Story foi o primeiro filme totalmente criado no computador. A Disney em 1995 lançou uma forte campanha de marketing (Us$ 50 milhões) dizendo que Toy Story era o primeiro filme totalmente criado no computador. Como a Disney utilizou modelos de argila para criação dos personagens antes do computador, alguns autores afirmam ser Cassiopéia o pioneiro.
Clóvis desenvolve um novo projecto. Chama-se "O Segredo de Galileu" e a ideia é realizar um filme bem à vista de todos, na Internet, meio de comunicação que considera ser o "caminho natural para unir artistas" separados pelo espaço geográfico.
Em seu novo filme clóvis procura traçar um "paralelo entre a história e a ficção, com uma diferença, no filme, o antagonista de Galileu não é representado pela Igreja". Através da Internet, todos os interessados poderão acompanhar, passo a passo, a produção on line deste longa metragem, conhecendo mais detalhas sobre a história, as personagens, as técnicas e os recursos utilizados na produção.
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